quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sofia Feldman - Um exemplo a ser seguido!

É realmente impressionante a maneira de cuidar, de acolher... é o mais puro e verdadeiro amor, é o amor pelo próximo!!
Tem que ser divulgado! E mais ainda, seguido como exemplo! Parabéns à todos do Sofia Feldman envolvidos!!


sábado, 5 de maio de 2012

Dia internacional da Parteira

Hoje é comemorado o dia internacional da parteira. As parteiras tradicionais eram pessoas reconhecidas e respeitadas por suas comunidades, e muitas delas usavam práticas populares, como uso de plantas medicinais, superstições e simpatias, além da sempre presente oração, tornando-se a fé um parâmetro para que o trabalho de parto acontecesse sem maiores problemas, independentemente da religião. Normalmente esse tipo de trabalho era passado de mãe para filha, perpetuando gerações de parteiras.

 
Com o “avanço da Medicina”, a mulher parteira, a mulher parturiente e o conhecimento popular foram descentralizados, substituídos pela figura do médico. Hoje em dia, sem conhecimento de causa, grande parte da população ainda acredita que ganhar um filho com ajuda de uma parteira é coisa “do passado”, “coisa atrasada”. Mas como já disse...essa idéia é pura falta de informação! As parteiras de hoje em dia são muito instruídas, atualizadas e até mesmo informatizadas! hehehe 


Claro que ainda existem as parteiras antigas e tradicionais, que fazem seu trabalho lindamente, empoderando as mulheres e ajudando na condução de seus partos. E isso é muito importante, afinal a Organização Mundial da Saúde, incentiva a formação e atuação de parteiras para diminuir a mortalidade neo-materna em todo o mundo. 

 
 Mas para se tornar uma parteira hoje em dia, é preciso muito estudo e dedicação. É preciso ter em si a idéia de que o parto é da mulher! Que em primeiro lugar estão as gestantes e o parto, só então, depois disso, vem todo o resto. 

A recomendação da OMS é de que pelo menos 85% dos nascimentos seja por parto normal. No Brasil, isso não acontece, na rede privada mais de 80% dos nascimentos são por cirurgia cesárea. E é justamente a assistência médico-hospitalar voltada para a tecnologia e não para a fisiologia da mulher, é que leva a um índice tão alto de cesáreas. 


 
Enfim, quero expressar meu profundo orgulho de poder conhecer e adimirar o trabalho dessas mulheres, que lutam por um ideal. Que estão em busca de um nascimento digno e melhor para nossas crianças. E como já diria Michel Odent “Para mudar o mundo, primeiro é preciso mudar a forma de nascer”.


Parabéns Parteiras, Obstetrizes e Enfermeiras Obstétricas!!!

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Bebê pélvico?? Rebozo nele!

36 semanas e o bebê está pelvico...e agora? Vai ter que ser cesárea...NÃO SENHORA, ainda dá tempo!!! Existem algumas possibilidades, e que em grande parte das situações podem resolver o problema.


A grande maioria dos bebês acabam assumindo uma posição cefálica espontaneamente, se isso não acontecer, o obstetra pode tentar o procedimento chamado de “versão externa”, que deveser feito após as 36 semanas, mas mesmo assim ainda oferece alguns riscos. É um procedimento feito pelo médico, na tentativa de girar o bebê e colocá-lo na posição mais fisiológica. Os principais riscos deste procedimento são:
• Em 5% dos casos, o bebê pode voltar a posição pélvica;
• A manobra pode levar ao deslocamento da placenta, o que pode obrigar a um parto de emergência por cesariana;
• As suas membranas podem romper e pode entrar em trabalho de parto;
• Poderá causar uma perturbação imediata ou atrasada do feto, o que pode obrigar a um parto imediato.


Mas essa ainda não é a única alternativa, existem também alternativas mais fáceis. Exercícios posturais que a própria gestante pode fazer, com a ajuda do marido ou da doula. Utilizando-se do rebozo e de algumas posições podemos ajudar o bebê a mudar de posição. Atenção, os exercício também devem ser feitos após 36 semanas. Deve se fazê-los durante 20 minutos e três vezes ao dia.

Com o apoio de almofadas, manter-se na posição.


Com os ombros no chão e o quadril elevado, utiliza-se o rebozo para chacoalhar o quadril.

Engatinhar durante 20 minutos também pode ajudar.

O Rebozo ainda pode ser utilizado também durante o trabalho de parto, pois ajuda a fazer a "manteada" expressão muito usada pelas mexicanas, que é uma técnica de relaxamento através do balanço, que além de ajudar o bebê a se posicionar melhor, é muito relaxante e ajuda a relaxar a pelve, a lombar e até mesmo o útero, permitindo um maior espaço para o bebê se posicionar adequadamente no trabalho de parto.

 

Clique aqui e veja também a realização da versão externa

Clique aqui e veja também a Naoli ensinando a utilizar o rebozo.



 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Amamentação na primeira hora de vida reduz mortalidade neonatal.

Apesar de pouco difundida, a amamentação já na primeira hora de vida traz uma série de benefícios para a mãe e para o bebê no período neonatal --que vai desde o nascimento até o 28º dia de vida. 

Por exemplo, a primeira imunização, por meio do colostro --leite ainda em formação, mas rico em anticorpos--, é recebida com mais imediatismo pelo organismo, o que aumenta a proteção do bebê contra infecções, a principal causa de mortalidade nos recém-nascidos. 
Em segundo lugar, a mamada da criança estimula bastante a produção de leite materno e agiliza a liberação do hormônio ocitocina, cuja ação induz as contrações do útero e ajuda a evitar hemorragias no pós-parto. O efeito é tão mais eficaz quanto mais cedo o bebê começar a mamar, pois a sucção nos primeiros momentos de vida é mais vigorosa. 
Também é desejável que o contato pele a pele entre mãe e filho aconteça rapidamente. "Isso transmite calor e conforto ao bebê, além de reforçar os vínculos afetivos", esclarece a presidente do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Valdenise Tuma Calil. 
No Brasil, não há estatísticas atuais sobre a amamentação na primeira hora de vida. Segundo o diretor do departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde, Adson França, porém, essa não é uma praxe, como deveria ser. 
Se colocada na rotina, a prática pode reduzir significativamente a mortalidade de recém-nascidos. Uma pesquisa realizada em Gana, na África, com 10.948 recém-nascidos entre 2003 e 2004 mostrou que a amamentação na primeira hora pode reduzir em 22% o risco de morte no primeiro mês de vida, o período de neonatal. 
"Por isso, nós damos uma grande ênfase a isso. Começamos um trabalho de qualificação de agentes comunitários para que o aleitamento materno entre na rotina", diz França.

O mais rápido possível:
O ideal é que, após o nascimento, o bebê seja colocado junto à mãe o quanto antes, com o mínimo de intervenções possível, explica a médica pediatra e professora da Unifesp e da Unisa, Lélia Gouvêa. "O pediatra faz um exame geral, seca o bebê com delicadeza e, em minutos, devolve-o à mãe." 
O Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, preconiza o imediatismo. A instituição mantém o programa "Sentindo a Luz". Logo ao nascer, o bebê já será colocado para mamar. A idéia é que o pai ajude a mãe na tarefa, amparando o recém-nascido, já que a mulher, provavelmente, ainda estará com soro no braço. 
"Numa cesárea, por exemplo, enquanto o cirurgião costura a parturiente, o bebê já estará mamando. No parto normal, funcionará da mesma forma", explica Alberto d'Auria, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, em São Paulo. 
Fonte: Folha de São Paulo

Petição Pública - Ter Doula


Abaixo-assinado pelo direito da Gestante ser acompanhada por uma doula durante o trabalho de parto, parto e pós parto em qualquer hospital brasileiro.



Clique aqui:  http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=doulabra


Assinem e Divulguem!!


Exercícios de preparação para o parto.



A gestação é um período de grandes mudanças corporais e psicológicas na vida da mulher. Apesar de natural, este estado exige alguns novos cuidados para com a saúde. Hoje já é sabido que, dentre estes cuidados, os exercícios para a musculatura do assoalho pélvico (MAP) são indispensáveis.
A MAP fecha a parte inferior da pelve. Por este motivo eles acabam sustentando o peso dos chamados órgãos pélvicos (útero, ovários, bexiga, etc), mantendo-os em suas posições normais dentro da cavidade pélvica, e sendo exigidos constantemente durante toda a vida a mulher para estabilizar qualquer tipo esforço, por menor que seja.
Os órgãos são sustentados por ligamentos e fáscias (elásticos biológicos que prendem os órgãos aos ossos). Como qualquer elástico, os ligamentos e fáscias não podem ser submetidos a tensão constante: eles podem ser exigidos apenas em períodos curtos de tempo. Do contrário eles vão sofrendo micro lesões e por fim podem vir a ser rompidos. Quem evita este tipo de sobrecarga e, portanto de lesão, é justamente a MAP, que se contrai vigorosamente empurrando os órgãos para cima durante os esforços, protegendo o trabalho dos ligamentos.
Quando a MAP está fraca os ligamentos são lesionados e falham em sua função de sustentação. Então os órgãos saem de sua posição natural (descem), ocasionando problemas como os prolapsos genitais e a incontinência urinária, comuns em mulheres em todas as faixas etárias
Durante a gestação, como se pode imaginar, a sobrecarga na musculatura do assoalho pélvico  é radicalmente aumentada. Afinal, além de sustentar o peso constante dos órgãos pélvicos agora ela precisa sustentar todo o peso do bebê e dos anexos embrionários (placenta, líquido amniótico, etc), durante todo o dia - especialmente quando a mulher está em pé ou sentada.
Por este motivo seria ideal que a mulher, ao planejar ter filhos, treinasse sua MAP antes e durante a gestação. Os treinos de força, de coordenação motora da MAP e a massagem perineal são exemplos de terapias bastante úteis para minimizar os problemas descritos.
Ainda, é importante lembrar que problemas como incontinência urinária e prolapso genital podem surgir tanto no pós-parto imediato quanto tardiamente (anos depois).
Durante a gestação, MAP fortes oferecem um apoio maior ao útero, o que reduz a pressão sobre a bexiga e diminui as dores lombares, comuns neste período; evitam a sobrecarga nas fáscias e ligamentos, reduzindo o risco de prolapso genital e garantem uma recuperação mais rápida e tranquila após o parto.
Músculo preparado corre menos risco de lesão. Assim, a mensagem que fica é que, tanto para o parto normal quanto para a cesariana, a MAP deve ser preparada - com exercícios. Em conjunto, os treinos de força, de coordenação motora da MAP e a massagem perineal durante a preparação para o parto, todos executados por fisioterapeuta especializado, podem minimizar em muito os riscos.
Mulheres que dominam os exercícios perineais têm maior facilidade em relaxar a MAP para permitir a passagem mais tranquila do bebê, e ao mesmo tempo contrair os abdominais, ajudando na expulsão. A respiração lenta e profunda trabalhada nestes exercícios ajuda a economizar energias para o momento da expulsão. Alguns exercícios:

 

Outra técnica útil na preparação para o parto vaginal é a massagem perineal. Quando realizada de maneira correta, no período certo e com frequência adequada ela tende a aumentar na elasticidade e alongamento da entrada da vagina, importante para o momento da passagem do bebê. 


Pressione a bola com as pernas durante 5 segundos, relaxe mais 5 segundos e repita. Faça 3 séries de 15 repetições e vá aumentando as séries conforme sentir que fica mais fácil.

Contraia e relaxe a musculatura de 5 a 10 segundos e relaxe, repita de 10 a 15 vezes.


***Repetir os exercício nas posições sentada, deitada, ajoelhada e em pé. Isso irá fortalecer muito a musculatura do períneo e assoalho pélvico.


Fonte: www.períneo.net

Pesquisa mostra que gestantes precisam de mais informação para optar por parto natural.

A informação sobre os procedimentos a que serão submetidas é fundamental para que as mulheres optem pelo parto natural. A conclusão faz parte de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
“As mulheres que escolhem parto humanizado se informam antes”, aponta Rosamaria Giatti Carneiro, autora da tese Cenas de Parto e Políticas do Corpo: uma Etnografia de Experiências Femininas do Parto Humanizado.
Para a antropóloga, é fundamental que as mulheres conheçam os procedimentos médicos e saibam das consequências da opção (cesárea ou normal) para a própria saúde.
A pesquisa qualitativa acompanhou 18 grávidas, portais e grupos de discussão na internet sobre gestação e parto humanizado e aponta como atitude e decisão das mulheres a escolha da forma do parto, como de cócoras, em casa ou mesmo no hospital, mas com baixa dose de anestesia.
Para Rosamaria, a escolha pelo parto natural acaba por “resignificar” o fim da gestação.“Não é só um evento fisiológico ou ato médico. Elas relatam uma experiência rica e linda”. Ainda segundo ela, a escolha desconstrói o imaginário social de que parir dói. “O limite da dor é subjetivo”, destaca, antes de dizer que as mulheres que optam pelo parto natural sentem-se bem e confiantes.
Apesar das vantagens do parto normal, o Brasil é campeão mundial em cesarianas. Em 2010, o Brasil registrou mais cesarianas do que partos normais (52%). Na rede privada, o índice de partos por cesariana chega a 82% e na rede pública, 37%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a taxa de cesarianas fique em torno de 15%.
Na opinião da antropóloga, muitas cesarianas são feitas porque as mães temem que o bebê possa ficar em “sofrimento”. “Se o médico usa essa palavra, as mulheres acabam optando pelo procedimento cirúrgico.” Ela reforça, no entanto, que a decisão deve ser feita sob consulta médica e que os cuidados durante o pré-natal são fundamentais.
por Gilberto Costa
Da Agência Brasil, em Brasília.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Passos de formiguinha...

Há dias eu ando com borboletas no estômago...ansiosa, na espera pelo dia de hoje! Quem ler isso vai pensar um monte de bobagens...kkk, mas eu explico!



Desde que comecei a me interessar pela idéia de Humanização, estou estudando, lendo bastante, fiz alguns cursos, fui conhecendo as pessoas, que assim como eu estão se engajando nesse mundo, ou já entraram nele de cabeça. Em Janeiro desse ano fiz meu curso de doula no GAMA e voltei com sede de colocar as idéias em prática. Mas logo me frustrei...fui fazer estágio curricular da faculdade e a idéia de ser doula aos poucos estava se apagando na minha cabeça, porque achava que aqui em Botucatu as pessoas ainda não estavam abertas o suficiente para a idéia de humanização! Me enganei...

Na verdade hoje estou animadíssima, acho que cada coisa tem seu tempo e que na verdade existe SIM a possibilidade de ser doula por aqui! Só me faltava conhecer as pessoas certas. Pessoas envolvidas nessa questão e que lutam e trabalham por isso.



Hoje foi o último dia do curso de Patologia obstétrica que venho fazendo, e contamos com a presença da Dra Melania Amorim, obstetra humanizada que trabalha com medicina baseada em evidências, Profª Dra Roxana Knobel (Universidade Federal de Santa Catarina) e a Parteira mexicana Naoli Vinaver, fiquei extasiada! São mulheres de uma sensibilidade gritante!!! E fora toda minha tietagem...kkk, esse encontro me despertou a esperança...e junto com ela a minha sede de ser doula está de volta.



Conheci várias doulas da região que já eram minhas amigas (de Facebook! rss) e que finalmente conseguimos nos encontrar pessoalmente... E surgiu até a idéia de (emfim!!!) formamos um grupo juntas. Como costumamos dizer, lutar pela humanização é dar passos de formiguinha, mas hoje lá no curso...com todas nós doulas juntas, me senti em um verdadeiro formigueiro! kkkk

Bjos meninas, espero que a gente se encontre mais vezes! :) ADOREI conhecer vcs!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

9 meses em 90 segundos


Vi esse vídeo e achei muuuuuito fofo! :) Trata-se de uma técnica conhecida como stop-motion, na qual consiste em se tirar fotos para depois reuní-las numa animação.  Enfim, o vídeo é fantástico!Olhem só que lindo!









Mãezinha é a vovózinha!

 A gente aprende na faculdade (ou pelo menos deveria aprender!) a respeitar a individualidade de cada paciente. E pra quem já esteve grávida um dia, sabe bem do que eu estou falando...muitas vezes a gestante ("deixa de existir"...vira apenas uma casinha ambulante, afinal...ali dentro daquela liiiiiinda barriga existe um bebê que todos não vêem a hora de olhar pra carinha e muitas vezes as gestantes se sentem um pouco deixadas de lado em um momento em que na verdade elas precisariam de MUITO mais atenção. Enfim...falando do respeito e da individualidade que a gestante merece e espera, li um pequeno texto da Dra Melania Amorim - Obstertra, sobre o modo como muitas vezes os profissionais tratam as gestantes e achei ótimo, veja se não EXATAMENTE oque acontece!




"Mamãe", "mãe", "mãezinha", "gravidinha": Por que não tratar gestantes dessa maneira?

Apelidos aparentemente carinhosos apontam para dois problemas, quando analisamos o seu uso por profissionais de saúde: a desqualificação da mulher enquanto protagonista, "reduzindo-a" a um ser infantilizado, alienado e incapaz de tomar as rédeas de sua gravidez e do parto e a sua despersonalização e "coisificação" dentro da instituição, o que também pode ser considerado, por trás de uma fachada de gentileza e carinho, como violência institucional.

Gestantes e parturientes devem ser tratadas por seus nomes, e fazer questão disso. Eu, particularmente, sempre odiei ser tratada por "mãezinha" nas poucas vezes em que levei os meus bebês em médicos que eu não conhecia pessoalmente. Não sou mãezinha! Sou uma mulher forte, empoderada, que tem dois filhos e cuida deles, além de ter uma carreira, como médica, parteira, professora e pesquisadora.

Da próxima vez em que receberem esses apelidos, experimentem tratar os profissionais de saúde por "doutorzinho" ou "mediquinho" ou "enfermeirinha". Qual deles irá atender sem se sentir ofendido? E vamos, todos, profissionais de saúde e usuárias, nos policiar para evitar a verbose, que é a "doença da palavra". Não é somente uma questão semântica, é que a forma de tratamento reflete exatamente o modelo tecnocrático, medicalocêntrico, no qual estamos inserindo. "Coisificar" e "despersonalizar" o paciente reforça uma relação hierárquica e contribui para centrar a tomada de decisão exclusivamente nas mãos dos médicos (mas isso vale para outros profissionais de saúde).

Por uma relação simétrica e pelo respeito à individualidade de cada um, não poderemos continuar "pacientes" com esse tipo de tratamento.